Muito obrigado por seu interesse em no projeto missionário férias no sertão.
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Apesar dos discursos, para um grande número de intérpretes do Brasil, o sertão sempre representou um
espaço vazio, uma imensidão desértica esquecida à própria sorte. Entretanto, de alguns anos para cá,
essa porção incógnita do país passou a ser uma fonte permanente de preocupações para ONGs (
Organizações Não Governamental), que vagam à procura, muitas vezes, apenas de posar de bons samaritanos,
graças a vitrine que é mostrar a miséria sertaneja, dando assim uma nova roupagem a eterna “indústria da seca”.
É óbvio que há gente muito séria trabalhando por essas bandas.
Como cristãos, entretanto, somos convocados a fazer uma leitura do sertão, tendo como perspectiva a
necessidade do Reino de Deus ser instalado, também nesta região, o que vale dizer exatamente o contrário:
essa região ser instalada no Reino de Deus, pois a ordem já foi dada por Jesus.
Por séculos se fabricou a idéia de que o sertanejo é arredio e agressivo com os protestantes. Na verdade,
todo o ambiente sertanejo foi e ainda é seriamente influenciado pelo Romanismo, na sua forma mais medieval
possível! E de fato muitas igrejas protestantes foram queimadas, pastores, missionários e crentes leigos
perseguidos, sempre instigados pelo clero romano. Isto se deu porque sempre haverá resistência ao evangelho,
conforme Jesus já disse a milhares de anos que o Reino de Deus é conquistado a força. Portanto, não poderia
ser diferente com o sertanejo, mas também não pior que em países mulçumanos, em São Paulo, Tóquio, Nova Iorque etc.
Hoje, apesar de ainda haver alguma resistência, a história começa a mudar de forma intensa e gradual.
Muitos ex-retirantes que voltam convertidos para suas cidades e dão testemunho vivo do amor de Jesus para seus
amigos e parentes, assim quebram a resistência por ser um “comum” falando de sua experiência. Algumas organizações
missionárias estão fazendo um excelente serviço social e pregando o evangelho de forma contextualizada.
Entretanto, três outros fatores têm influenciado a visão do sertanejo em relação aos “crentes”.

O próprio sofrimento por conta da seca que sempre os castigou, a mortalidade infantil que assola as famílias, levando-os a ter seus corações amolecidos pela dor.

tem relação direta com a abordagem que os missionários fazem atualmente. No passado a pregação do evangelho entre os sertanejos era literalmente uma ofensa. Os missionários hoje em dia, deixaram de lado as diferenças doutrinárias da Igreja de Roma e focam a abordagem evangelística no amor de Deus, respeitando a liberdade que cada pessoa tem de expressar sua fé e cultuar a Deus da forma que entende.

Terceiro
A falência da instituição da qual eles se dizem seguidores, mas o fato é que,
apesar de existir a presença física em todos os rincões do sertão, a Igreja Romana está literal e
absolutamente ausente da vida diária do sertanejo. Não fossem figuras ícones como Frei Damião, Padre
Cícero e outros poucos, hoje a igreja romana seria apenas lembrança uma entre o povo do sertão.
Portanto chegou nossa vez de como sacerdotes reais, leigos ou ordenados “ministros” do evangelho,
aproveitar a grande sede espiritual que o Espírito Santo tem derramado no coração do sertanejo e ir
ao seu encontro, levando a palavra de vida eterna.
Caos espiritual...
Espiritualmente, o sertanejo é escravo da idolatria romana.
Cerca de 40 milhões são seguidores do Padre Cícero e Frei Damião...
Em centenas de cidades, povoados e sítios não tem a presença evangélica,
mas uma forte atuação do Espírito Santo no coração deles está preparando o
caminho para conhecerem a Jesus como único Salvador e Senhor, mas se faz necessário que se pregue o evangelho.
"Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas. Mas nem todos têm obedecido ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem creu na nossa pregação? De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus". (Rm 10 - 13,17)
Culto a Padim Ciço (Padre Cícero), evidências claras.
[...] não vos desvieis de seguir o Senhor, mas servi ao Senhor de todo o vosso coração.
Não vos desvieis; pois seguiríeis coisas vãs, que nada aproveitam e tampouco vos podem livrar,
porque vaidade são" (1 Samuel 12.20-21).
Quero frizar aqui uma grande verdade. Quando falamos a respeito da idolatria não estamos indo contra a pessoa de quem se idolatra, não importando se foi ou não uma real testemunha de Cristo, e ainda que tenha sido as escrituras sagradas não dão base alguma para prestar cultos a eles, e muito pelo contrário, a verdade é que quem pratica adoração, se dobrando, orando, fazendo penitências, acendendo velas, incenso ou coisas assim está em plena maldição da Lei espiritual. O único nome que foi dado para que nós clamassemos e invocassemos como intecessor (mediador) é Jesus Cristo. O único ensino que um verdadeiro cristão deve ter como base para sua vida é o evangelho de Cristo.
A prática da idolatria é condenada independente de ser a imagem de Padre Cícero, apóstolo Paulo, Pedro ou mesmo a imagem de Jesus, porque escrito está:
" Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a injustça dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.
E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos". (Ex 20 - 3, 6)
Ser contra a idolatria é uma unanimidade não apenas entre as igrejas cristãs genuínas,
mas também ao longo de toda a Bíblia Sagrada. Todas as denominações tradicionalmente
evangélicas são contra a idolatria. O judaísmo também não suporta a idolatria.
Já o catolicismo prega a não-adoração a ídolos e imagens, mas na prática o que se vê é um
descompasso entre o que se faz e o que se fala. Infelizmente, não é preciso ir a Juazeiro
do Norte para se constatar que a igreja do papado é verdadeiramente idólatra.
Igreja Católica 38.194.779
Evangélica 4.903.939
Espiritismo 267.572
Cultos Afros 50.642
Judeus 3.060
Religiões Orientais 525.094
Sem Religião 3.57.888
Religiões Desconhecidas 48717
Caos social, miséria e fome...
No sertão nordestino concentra-se o maior índice de mortalidade infantil, a fome, analfabetismo, e falta de emprego e a seca que castiga o sertanejo, o índice de mortalidade infantil por desnutrição e outros tipos de doenças, é um dos maiores do mundo. A cada 1 hora, morrrem 12 crianças de fome e outros tipos de doenças. Elas vivem em condições precárias de higiene, alimentação e educação.

camas usadas pelo Padim Ciço.
O Padim Ciço, do Juazeiro do Norte, é um ídolo nos lares de milhões de católicos. Em algumas casas, ele está presente no móvel da sala-de-estar, na penteadeira do quarto, na parede do corredor e em cima do refrigerador da cozinha. Para sermos mais honestos, o Padim Ciço, o "Santo Antônio", o "São Jorge", a "Ave Maria" e o Frei Damião são parte do imenso esquadrão de supostas divindades católicas presentes em milhões de residências brasileiras. "Ídolos do lar" são coisas antigas e são mencionados logo no primeiro livro da Bíblia (Gênesis 31.19 e 30). Eles eram de vários tamanhos e alguns deles, quando colocados deitados na cama e cobertos por um manto, passavam por uma pessoa dormindo (1 Samuel 19.13). A esses ídolos, chamados em hebraico de terafins, confiava-se a guarda das casas e dos bens.




